segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
Na passada terça-feira, dia 24 de Abril, tivemos o gosto de ouvir uma história contada pela senhora professora Lídia Valadares.
Estivemos muito atentos e com muita curiosidade em saber como terminava. Com muita pena, não conseguimos ouvir a sua conclusão. No entanto, a senhora professora Ana Cristina Matias propôs-nos o desafio de terminá-lo em casa. Assim o fizemos e aguardamos pela publicação do melhor conto no blog.
Os alunos do 5º7
quinta-feira, 26 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
No dia 23 de Abril, decorreu na Biblioteca E.B 2/3 de Lamego, a entrega dos prémios relativos aos concursos “Eu conto”.
De acordo com o Regulamento do Concurso, o Júri do Agrupamento classificou todos os trabalhos apresentados da seguinte forma:
2º Ciclo:
1º - "Uma Aventura no Futuro"
Pedro Correia Piruzzo, 5º7, Nº 22
Pedro Manuel Costa Aguiar Botelho Gomes, 5º7, Nº 23
2º - "O Reino da Caridade"
Maria Beatriz Oliveira, 6º1, Nº22
3º - "As heroínas da Cooperação e da Solidariedade"
Francisca Isabel Marta Bentes Parente, 5º6,Nº 12
Samanta Cristina Monteiro Fonseca, 5º6, Nº24
A todos os alunos que participaram os meus parabéns.
Ana Cristina Matias
domingo, 22 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Texto escrito pela professora Isilda Afonso

De repente, um Amigo…
Um dia, de muito nevoeiro e frio, quando a Rita regressava a casa, ouviu uns latidos muito fraquinhos que vinham detrás da sebe do jardim municipal. Aproximou-se devagarinho, sem fazer barulho, espreitou cheia de curiosidade e o que viu? Um cãozito de grandes orelhas, patas pequenas, pelo tão comprido e encaracolado que tocaria o chão, mesmo quando estivesse apoiado nas suas quatro patas. Os olhos e o nariz eram igualmente pequeninos. Mas, o que logo fascinou a Rita foi a expressão dos seus olhos. Uma expressão linda de morrer e tão enigmática. Parecia que estava com frio ao mesmo tempo que parecia que queria que a Rita pensasse que estava quentinho; parecia que estava com fome, ao mesmo tempo que dava a entender à Rita que estava saciado. Enfim, parecia que pedia ajuda sem a pedir, se é que entendem! A Rita tinha ficado encantada com aquela expressão e não hesitou em pegar nele ao colo, aconchegá-lo e levá-lo para sua casa. Tinha a certeza que sua mãe haveria de perceber e ficar também seduzida pelo Bolinha. É verdade, tinha acabado de lhe dar um nome.
Deu-lhe banho, de comer, deitou-o no tapete do seu quarto cobriu-o com um cobertor. O Bolinha adormeceu logo, com um rosto lindo de morrer que parecia dizer, obrigado. Também a Rita dormiu como um passarinho feliz, a pensar nas brincadeiras que iriam fazer juntos.
Acordou sobressaltada ao ouvir chamar pelo seu nome. Não conhecia aquela voz. Levantou a cabeça e nem queria acreditar, era o seu lanzudinho de patinhas no ar e, pasmem! . . . a falar e a chamar por si. Como era possível? Este cão era muito diferente dos outros, até sabia falar.
- Tenho de te agradecer tudo o que fizeste por mim. Hoje, os animais são muito maltratados. Até mesmo que têm dono. O pior é mesmo nas férias de verão. Não têm quem fique connosco e abandonam- nos, e outras vezes porque envelhecemos. Ficamos à mercê da rua e da caridade de alguém. É muito triste!
- Tens toda a razão. As pessoas deveriam pensar bem antes de abandonarem ou maltratarem os animais. Não podemos esquecer que são seres, que sentem como nós e que nos são uteis. Por vezes, até nos dão lições de humanidade. — retorquiu a Rita.
- Pois é. Tu és assim e espero que continues, porque eu gosto das pessoas, brinco e colaboro com elas.
- Mas agora explica-me algo que não estou a compreender.
Por que motivo tu és um cãozito tão falador e atento? - perguntou
a Rita, morta de curiosidade.
- Eu explico-te. Aprendi a falar com um rapaz que conheci há alguns anos. E tu queres saber o que eu sei fazer além de ladrar, vigiar e acompanhar as pessoas?
- Sim, vá la, Bolinha, diz-me.
- Eu sei ler, escrever, contar histórias, — dizia ele — mas também sei servir-me de um telemóvel e trabalhar com um computador.
- Mas tu és um fenómeno! Como é que isso é possível?
- Bem, eu consigo fazer tudo isto porque, apesar de viver na rua, eu acompanhava o meu amigo Tiago para a escola, para o montanhismo, para os jogos de computador, etc. Como ele possuía telemóvel, ensinou-me todos os truques, principalmente quando ligava aos pais e à namorada. Também aprendi algumas coisas sobre jogos interativos. Ele levava-me para a sua garagem e aí até jogávamos juntos, sem os pais saberem. Era mesmo fixe! Organizávamos autênticos campeonatos.
- E por que razão ele não te adotou?
- Porque os pais não queriam animais em casa, por ser um apartamento.
- Ainda bem que eu te conheci. Agora já tens uma casa! Mas o Tiago frequentava que escola?
- A EB 2,3 de Lamego, que fica no sopé da Serra das Meadas. Enquanto ele estava nas aulas, eu ia até à montanha, conversava e brincava com os meus amigos: perdizes, raposinhos, texugos, lebres e até cheguei a conhecer o Parque Biológico da Serra das Meadas. Não gostei nada de ver aqueles animais presos para serem vistos pelas pessoas. Não há nada como a liberdade!...
- Estou sem fala! E o que feito do Tiago?
- O Tiago foi viver para Lisboa e eu aqui fiquei. Ainda bem que tu apareceste.
- Ótimo! Ambos tivemos sorte. É que eu também queria ter um cãozinho e tu acabaste por aparecer na hora exata. Mas prometes que me vais contar mais peripécias da tua vida. Qualquer dia até vamos conhecer e admirar o rio Balsemão e o rio Douro. Estás disposto a isso?
- Bravo! Que grande ideia!...
Isilda Lourenço Afonso
* Professora
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Momentos partilhados com as imagens e as palavras: mais uma experiência para não esquecer!
Mais uma vez tivemos uma surpresa proporcionada pela nossa professora de língua portuguesa. É verdade, no dia 13 de abril, a senhora professora Isilda Lourenço Afonso, docente na nossa escola, a propósito do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações veio colaborar connosco e desafiar-nos para a oralidade em interação e a escrita criativa.
Logo que apareceu ficamos eufóricos, (já a conhecíamos de aulas de substituição) e percebemos que iriamos certamente desenvolver atividades ao nível da escrita. E, como nós adoramos ler e escrever foi muito fácil motivarmo-nos para estas atividades. Foi isso mesmo que aconteceu, quando a senhora professora nos deu no período anterior aulas de substituição. Fizemos atividades de escrita acerca de imagens que nos tinha apresentado. Acabamos por dar conta que todos somos capazes de criar e de imaginar.
Ora, desta vez, foi mais um momento desses. Teve duas vertentes: primeiro ouvimos uma história da sua autoria (treinamos a escuta) e interagimos oralmente sobre ela e até conseguimos imaginar outras formas de continuar e terminar essa história sobre um cãozito chamado Bolinha. Apreciamos a linguagem, a construção do texto e os valores humanos e morais que nos transmitia. De seguida, a senhora professora Isilda apresentou-nos várias imagens que se relacionavam com a temática do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações. Descrevemos, descobrimos pormenores nas imagens, de que não estávamos a aperceber-nos, e ouvimos as razões para a comemoração deste ano sobre os nossos velhinhos. É que saber observar é algo que temos de aprender para compreendermos melhor o mundo, construir e estruturar o nosso pensamento e personalidade. Mas foi mesmo interessante e desafiador.
Após a fase de observação e de descrição oral, passamos à escrita (a par). Claro que tivemos de fazer opções. Alguns alunos optaram pela continuação da história ou de uma nova aventura do Bolinha e outros preferiram a criação de poemas ou de narrativas sobre algumas das imagens apresentadas e que tão bem retratavam a importância dos mais velhos, e com mais experiência, nas nossas vidas e na sociedade.
E não é que criamos textos fabulosos? Mais uma vez aprendemos que, para escrever, basta saber escutar, saber participar e saber observar. As ideias vêm imediatamente sem darmos por isso.
Obrigado, senhora professora. Aguardamos mais sessões. São sempre momentos que nos fazem crescer…
Os alunos do 5º 6
terça-feira, 10 de abril de 2012
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